Meu nome é Dany Artel, nasci em 1970, o que me classificaria como um típico perfil da geração X, mas minha mente e meu coração estão mais conectados a geração Y. Sou um inconformado positivo. Isto quer dizer que dificilmente você vai me trazer um problema que eu não busque outra forma de resolver. Acredito que tudo tem solução, mas o segredo está em saber como procurar.

Também dificilmente você vai me encontrar satisfeito com um status quo. Sou um questionador consistente e constante. Mudo de opinião quando preciso e respostas padrão não alimentam minha alma. Gosto de transformações, gosto de estar com pessoas que querem e fazem acontecer. Gosto de gerar insights e gosto enxergar aquele ponto de vista que ainda ninguém viu. (Claro, sou ariano).

Confio primeiro e demando confiança – mas não lealdade. Minha experiência mostra que um comportamento e uma gestão de confiança trazem mais resultados positivos que negativos ao longo do tempo. Aprendi a não me deixar abalar pelas exceções que cruzaram meu caminho.

Tive grandes líderes mentores, daqueles que aparecem na hora certa e no momento certo de sua vida. Aprendi que não é fácil ser um bom liderado. Se você quer crescer, este é um movimento difícil. Bons líderes exigem o máximo de seus liderados. Bons líderes não exigem apenas bons resultados, eles exigem também valores, comportamentos, ideias e ideais. Eu tive ótimos líderes. Líderes que baixaram minha bola quando percebiam meu comportamento mais arrogante, líderes que me desafiavam mesmo quando atingia um resultado superior.  Mas, principalmente, líderes competentes em suas áreas, que não precisavam competir com seus liderados, líderes em quem eu confiava, que não colocava em dúvida em suas intenções, por mais difícil que, às vezes, isso fosse.

Desde 1997 exerço funções de liderança. Quando fui gestor de uma ONG, implantei uma cultura de trabalho ligado a excelência para profissionais e voluntários.  Lá, descobri que nenhum ser humano gosta de fazer as coisas mal- feitas. Sem perceber, mudamos uma cultura de anos: trabalho voluntário não precisava ser trabalho amador. Ao contrário, tivemos voluntários que saíram de lá e se tornaram profissionais disputados no mercado.

Faz 16 anos que busco por meio de palestras, treinamentos e artigos explorar o tema da liderança. Em, 2001 quando me tornei sócio da Tailor Made Consulting, tive a oportunidade de mergulhar no mundo corporativo, trabalhando com gestão de pessoas em todo tipo de mercado e corporação. Descobri que ser líder é simples e, por isso, difícil.  Descobri também que são poucos os gestores realmente preparados para lidar com estas dificuldades.

É esta experiência diversificada, passando por ambientes de ONG’s, empresas privadas, escolas e até empresa própria, que reforça minha certeza que o tema da liderança é essencial a qualquer atividade onde haja mais que duas pessoas.

Mas claro, nos últimos 17 anos, quando virei pai do Thomas e depois da Luíza, todos as minhas teorias sobre liderança têm sido colocadas em prática. Eles me ajudaram a acrescentar algumas lições valiosas em meus treinamentos e práticas cotidianas.

Entre sonhos e uma realidade as vezes tão brutal, acredito no bom senso. Semeio por onde passo valores e questionamentos que buscam um futuro diferente. Os dados mostram que a humanidade tem progredido, mas nem sempre é fácil olhar para uma perspectiva histórica, quando estamos no meio do furacão.

Liderar a partir questionamento, bom senso e inconformismo é sair do furacão e olhar para o futuro.

Hoje vivo no Panamá. Amanhã não sei.

Sou uma “vítima” da pandemia. A revolução digital trazida pelo covid-19 foi o impulso para tirar alguns planos da gaveta direto para o ambiente virtual, este blog é resultado deste processo.

Assumi meu lado escritor, blogueiro, provocador e até Youtuber oficialmente.

Se você quiser interagir ou debater comigo por aqui vai ser um prazer. Também estou no Linkedin com publicações diárias, mas em espanhol.

¡Hasta la vista!